ROMÁRIO PERDE 15KG EM MENOS DE 30 DIAS USANDO UM MÉTODO POLÊMICO; CONFIRA OS DETALHES DO TRATAMENTO

Postado por , no dia 28 de março de 2017 em Sem categoria
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POR ANTONIO CELSO DA COSTA BRANDAO – BOAS PRATICAS FARMACEUTICAS

 

Você pode não ser tão ligado ao futebol, mas com certeza já ouviu falar seu nome.

Principal estrela de diversos clubes do Brasil, o ex-jogador Romário já foi protagonista da Seleção Brasileira e, recentemente, retornou aos holofotes por um motivo bem peculiar: seu emagrecimento relâmpago.

Em entrevista ao Fantástico, o Baixinho revelou que sofria com as complicações causadas pela diabetes e viu em um método novo a solução para seu problema. “Perdi uns 15 quilos nos primeiros dias. O objetivo não era apenas me deixar magro, é controlar a diabetes”.

Alguns médicos especialistas em emagrecimento se pronunciaram sobre esse tipo de procedimento. O próprio Conselho Regional de Medicina (CRM) explica que só deve ser realizado em pessoas com IMC (Índice de Massa Corporal) maior que 40, o que indica um grau de obesidade. Por isso o procedimento pelo qual passou Romário foi tão arriscado.

Romário virou figura central de um debate que tomou conta da internet nos últimos dias: afinal, por que ele está tão magro.

O ex-jogador e agora senador (PSB-RJ) falou pela primeira vez publicamente sobre o tema neste domingo (29) e explicou que está muito feliz.

Na entrevista, brincou com o fato de não conseguir deixar os doces de lado e brincou com seu novo apelido: “Baixinho Magrinho”. O discurso foi otimista, assim como já havia mostrado o médico responsável pelo procedimento.  A nova aparência é resultado de uma cirurgia feita pelo Baixinho para o controle de diabetes: a interposição ileal, que é alvo de processos na Justiça e questionamentos de órgãos representativos. “Eu estou com 51 anos hoje e posso dizer que nunca estive tão bem.

Há dois meses, fiz uma cirurgia e estou bastante saudável e ao contrário do que falam, eu estou muito feliz. Quando eu fiz a operação, estava pesando 78, 79kg. E hoje eu estou com uns 68kg. Perdi uns 15 quilos nos primeiros dias de cirurgia. E o objetivo da operação não é deixar magro, é controlar a diabetes”, disse ele aoFantástico. “Eu descobri há seis anos que eu tinha diabetes e, a princípio, era tudo controlado. Mas nos últimos cinco meses, ela aumentou, deu picos. E no dia da minha cirurgia variava muito. Cheguei a tomar remédios, mas nos últimos meses deu pico e não conseguia abaixar. Eu comia algumas coisas que para diabético não é nada positivo, especialmente doce. Sou apaixonado por doce, especialmente uma torta de limão”, admitiu.

O MPF (Ministério Público Federal) e o CFM (Conselho Federal de Medicina)recebem reclamações e pedem que a técnica seja proibida até que estudos científicos comprovem a eficácia e segurança do procedimento. Romário diz que sabia dos riscos de sua operação e disse que pagou normalmente para poder ter a intervenção. “O pós-cirúrgico é pesado. Não poder comer o que quer e o que sempre comia é a parte mais delicada e complexa da cirurgia. Paguei pela cirurgia como as outras pessoas pagaram e bastante consciente que ela iria dar esse resultado. Fiz tudo muito consciente, eu li sobre tudo e cada pessoa reage de uma forma. Eu posso falar por mim e sou um cara mais saudável”, afirmou. “Eu já fiz algumas cirurgias na vida, de joelho, tornozelo… E sempre tive medo. E essa foi igual. Agora estou magrelo. Agora vai ser baixinho magrinho”, disse ele aos risos. O responsável pela operação, o médico Áureo Ludovico de Paula defende bastante a intervenção, que consiste, basicamente, em uma cirurgia bariátrica convencional. A diferença da técnica está na recolocação do íleo (fim do intestino delgado) entre o duodeno e o jejuno, o que aumentaria a produção de hormônios da saciedade e melhoraria o diabetes. “Existe um problema: diabetes. Você pode ir no melhor clínico do mundo. Ele vai dar remédios para controle, mas você terá zero por cento de cura. Aí você vai ao meu consultório e a cirurgia que eu faço dá de 85% a 90% de cura. É claro que o paciente vai tender para cá.

Claro que o risco com a cirurgia é maior do que com o remédio. Afinal, não tem procedimento cirúrgico sem risco algum. Mas a pessoa que sofre da doença consegue balancear os prós e contras e acaba optando pela cirurgia, pois a chance de se curar e resolver o problema é maior”..

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